
Muitos casais e, uma longa fila de espera para que se possa adotar uma criança.
Se você está pensando em adotar uma criança por via legal, conhecerá de perto este drama.
A burocracia começa com uma avaliação psicológica, avaliação da situação financeira do casal, e diversas entrevistas com assistentes sociais, além de muita espera.
A verdade é que, o sistema judiciário brasileiro está envolto a conservadorismo e rigor excessivo.
As autoridades colocam muitos obstáculos, como se todos os casais que desejassem adotar uma criança, fossem malucos.
Além do desequilíbrio psíquico, as autoridades temem a devolução dos bebês.
Caso os pais adotivos não queiram mais a criança, existe a possibilidade legal de que a criança seja devolvida seguindo alguns trâmites legais.
Existe então, uma preocupação por parte dos responsáveis pela adoção, de que a criança não sofra o abandono pela segunda vez.
Isso lhe parece absurdo?
Devolver uma criança como se fosse uma mercadoria?
Pois não é não.É fato que alguns casais que se consideravam estéreis, após conseguirem a concepção do próprio filho, devolveram o filho adotivo.
Ainda em entrevista a uma revista feminina, a psicóloga Maria Antonia, afirma haver um caso em que a criança devolvida já morava com os pais adotivos a seis anos!
Com o mundo violento em que vivemos hoje, o receio de possíveis seqüestros, e a retirada de órgãos para venda, no exterior, ainda é um fator que preocupa as autoridades responsáveis.
Porém, fato é que nada sobre o assunto foi comprovado até hoje!
Quando algum advogado ou juiz tenta facilitar o processo para a adoção, é logo acusado de tráfico de crianças, pelos conservadores que desejam que tudo continue como está. Advogado Lins e Silva, em entrevista a revista Nova, de 1995.
Leia mais:
Como adotar uma criança?
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