sábado, 2 de outubro de 2010
Ansiedade, meditação e controle
Os sintomas da ansiedade são, na maioria das vezes, comuns aos do estresse.Acontece quando uma região do cérebro conhecida por hipotálamo, reage despejando hormônios como, adrenalina e epinefrina, na corrente sanguínea do nosso corpo.
Desta forma, o nosso cérebro recebe estímulos para ficar alerta, e uma série de reações como, o aumento da frequência cardíaca, acontecem em cadeia, preparando o corpo para uma luta.
As situações que geralmente nos despertam a ansiedade, são aquelas com as quais lidamos no dia a dia como, descontentamento no ambiente de trabalho, pressão sobre os estudos, filhos ou parentes doentes, trânsito e, problemas com vizinhos.
Pessoas que sofrem crises de ansiedade e precisam de tratamento, são aquelas que, após a resolução de um problema não conseguem voltar ao seu estado normal.
As consequências dessas crises geralmente são: dores de cabeça, gastrite, taquicardia e tontura, entre outras.Algumas pessoas chegam a engordar por tentar controlar a ansiedade através da comida, enquanto outras preferem o álcool, complicando ainda mais o próprio estado de saúde.
Como a meditação pode contribuir para o tratamento da ansiedade?
Após um estado de estresse, o corpo precisa relaxar e se preparar para uma nova situação de conflito ou problema.
Através das técnicas de meditação que, envolve respiração e relaxamento, o corpo desacelera, se renova, e se prepara para armazenar energia.
Com a prática da meditação, o corpo passará a enfrentar pequenas situações de conflito com menos nervosismo já que, a capacidade de relaxamento da pessoa que medita é maior.
Com o corpo em harmonia, e os hormônios sendo ativados e desativados nos momentos certos, garantimos tranquilidade, saúde e qualidade de vida.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
As palmadas educam os filhos?

Um projeto de lei apresentado em 2006 propõe a punição de pais e responsáveis que imponham qualquer tipo de castigo físico à criança, inclusive as palmadas.
Uma polêmica que gera conflitos mas que vale a pena ser bem entendida pois, há como educar os filhos sem palmadas!
Há tempos os psicólogos defendem que bater nos filhos nem sempre é a solução, afinal nem mesmo os cachorros e os cavalos apanham durante a domesticação hoje em dia, além de, haver leis que protegem os animais e o adulto de lesão corporal, enquanto a criança não está sob qualquer proteção neste sentido.
Já pensou se fosse permitido que os adultos levassem palmadas dos seus chefes no escritório, por não cumprirem determinado trabalho ou horário?Já refletiu sobre o quanto seria humilhante essa situação?E se fossemos (nós adultos) punidos com uma palmada por fumar cigarro em ambientes fechados ao invés de uma multa?
A implantação da lei pretende fazer com que os pais se conscientizem do potencial de aprendizagem que os filhos tem (tanto quanto qualquer um de nós) e, qualquer dificuldade nessa área, na área da educação, deverá ser entendida como um problema dos pais e não dos filhos.
Por que é tão difícil conter as palmadas?
Muitos de nós pais, ainda sofrem dificuldades em extinguir o hábito das palmadas por falta de "técnica".
Sim, existe uma técnica que se, bem admnistrada, auxilia os pais a evitar as palmadas na maioria das vezes, mesmo por que , a palmada não resolve o problema, apenas faz com que a criança cumpra o exigido em determinado momento.
Essa atitude faz com que seu filho obedeça por obrigação e não educação, a consciência do erro só deverá ser assimilada algum tempo depois, quando já não houver ressentimento por parte da criança.
Se, bem educada (nesse sentido), essa criança educará bem seus filhos e, colocaremos um fim a essa cultura tão desnecessária.
O problema é que, nem todos os pais ou pretendentes à pais, têm acesso a esse tipo de técnica ou educação, ou seja, muitos não aprenderam a não bater!
Mesmo aqueles pais que se gabam por nunca haver dado algumas palmadas nos filhos, podem estar errando na educação das crianças por serem permissivos demais e, podem acabar por perder o controle da situação acreditando que esta seja a maneira mais correta de educar.
Portanto, existe uma clara necessidade de auxílio psicológico que, possibilite aos pais e futuros pais, capacidade de controle e atuação através de uma técnica simples e eficiente.
O que a Psicologia revela sobre os efeitos da palmada na criança?
A psicologia não apresenta nenhum estudo conclusivo sobre a questão, já que, não se comprova que há traumas em relação à palmadas dos pais na infância da criança ou que, a criança não possa ser educada com palmadas.
A polêmica então, deve girar em torno da questão ética e da responsabilidade que cada pai tem sobre seus filhos, se pretendemos mudar essa cultura ou não.
Outro ponto a ser considerado está relacionado ao quanto podemos permitir a intervenção da lei na educação de nossos filhos sem que esta, seja muito invasiva.
Qual seria punição para os pais que usam as palmadas para educar os filhos?
O projeto de lei indica a possibilidade desses pais serem encaminhados à psicólogos que, certamente os auxiliarão na missão de educar seus filhos de uma maneira melhor e eficiente.
Você tem uma opinião sobre o assunto?Comente!
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Transtorno Delirante

Este tipo de doença psicológica, apresenta características delirantes.
O delírio é um tipo de pensamento no qual o indivíduo tem uma crença inabalável em idéias falsas, irracionais ou sem lógica.
Para que o paciente receba esse diagnóstico, os delírios devem estar presentes por um período maior que um mês.
Diferem da Esquizofrenia por esses pacientes não serem tão gravemente comprometidos em seu comportamento e linguagem, suas alucinações estão mais relacionadas ao tato e ao olfato.
O Transtorno Delirante antigamente recebia o nome de Paranóia, associando o nome da doença aos delírios persecutórios. Porém, hoje sabe-se que esses pacientes podem apresentar outros tipos de conteúdo delirante, dividindo o diagnóstico em diferentes subtipos:
Tipo erotomaníaco:
Delírio cujo tema central é que uma pessoa está apaixonada pelo paciente. Esse delírio geralmente refere-se mais a um amor romântico idealizado ou uma união espiritual do que propriamente uma atração sexual.
Tipo grandioso:
Delírios de possuir uma grande talento, conhecimento ou ter feito uma importante descoberta ainda que isso não seja reconhecido pelas demais pessoas. Pode tomar a forma também da convicção de ser amigo de um presidente ou ser portador de uma mensagem divina.
Tipo ciumento:
Delírios de que está sendo traído pelo cônjuge.
Tipo persecutório:
Delírios de que está sendo alvo de algum prejuízo.
Tipo somático:
Delírios de que possui alguma doença ou deficiência física.
Tipo misto:
Delírios acima citados misturados.
Tipo inespecífico:
Delírios diferentes dos descritos acima.
Tratamento
De maneira geral o tratamento é realizado em consultório. Internação hospitalar pode ser necessária em situações em que há presença de riscos (agressão, suicídio, exposição moral). O tratamento é feito com medicação antipsicótica e psicoterapia.
Fonte: ABC da Saúde
Transtorno Esquizoafetivo

Essa doença tem características tanto da Esquizofrenia quanto dos Transtornos de Humor, ou Transtorno Bipolar.
Antigamente esse tipo de esquizofrenia era conhecido como psicose maníaco-depressiva ou de depressão, por apresentar cracterísticas de esquizofrenia e alteração de humor.
Ocorre também na adolescência ou início da idade adulta e costuma ter uma evolução mais benigna que a Esquizofrenia e pior que o Transtorno de Humor.
Tratamento
O tratamento consiste em internação hospitalar, medicação e intervenções psico-sociais.
As principais medicações escolhidas para o tratamento do Transtorno Esquizoafetivo são as mesmas utilizadas no tratamento da Depressão e da Doença Bipolar, assim como antipsicóticos.
Fonte: ABC da Saúde
sábado, 3 de outubro de 2009
Transtorno Esquizofreniforme

Sabe aquela frase : "De médico e louco todo mundo tem um pouco.."?
Pois é mais ou menos assim que podemos encarar o Transtorno Esquizofreniforme.
Os pacientes com Transtorno Esquizofreniforme apresentam um quadro clínico muito parecido com a Esquizofrenia, a diferença deve-se ao tempo limitado em que os sintomas persistem, ou seja, os sintomas devem estar presentes por mais de um mês, porém os pacientes não devem ultrapassar seis meses com o quadro.
Pacientes que persistirem com os sintomas psicóticos por um período superior a seis meses podem receber o diagnóstico de Esquizofrenia.
O tratamento é similar ao da Esquizofrenia, geralmente necessitando de hospitalização para a realização de diagnóstico e tratamento mais adequados.
Fonte:ABC da Saude
Esquizofrenia
Arte de Don Mueck - EsquizofrênicoA esquisofrenia hoje em dia é encarada não como uma doença única, mas sim como um grupo de patologias, atingindo todas as classes sociais e grupos humanos.A sua prevalência atinge 1% da população mundial, manifestando-se habitualmente entre os 15 e os 25 anos, nos homens e nas mulheres, podendo igualmente ocorrer na infância ou na meia-idade.
Sendo uma doença funcional do cérebro, que dificulta o discernimento entre o mundo real e imaginário.
Os sintomas se desencadeiam de formas diferentes em cada pessoa, as vezes acontece de forma gradual, ou isntantânea, de repente.
Por esse motivo os especialistas separam os sintomas em duas denominações: sintomas positivos e sintomas negativos.
Os sintomas da esquisofrenia são:
Sintomas positivos: Geralmente são perceptíveis na fase aguda da doença.Se apresenta na forma de pensamentos ilusionários não partilhadas em grupo, sendo mais frequente as alucinações auditivo-visuais.
O pensamento e discurso passam a ser desorganizados, o doente passa a elaborar frases sem qualquer sentido ou inventar palavras.
Alterações do comportamento, ansiedade, impulsos, agressividade, também são sinais dos sintomas da esquizofrenia.
Sintomas negativos:São o resultado da perda ou diminuição das capacidades mentais, ”acompanham a evolução da doença e refletem um estado deficitário ao nível da motivação, das emoções, do discurso, do pensamento e das relações interpessoais”, como a falta de vontade ou de iniciativa; isolamento social; apatia; indiferença emocional; pobreza do pensamento.
Estes sinais não se manifestam todos no indivíduo esquizofrénico. Algumas pessoas vêem-se mais afetadas do que outras, podendo muitas vezes ser incompatível com uma vida normal.
A doença pode aparecer e desaparecer em ciclos de recidivas e remissões.
O que causa a esquizofrenia?
Ainda não se sabe a causa da esquizofrenia, porém existem algumas teorias que nos ajudam a entender como a doença se origina e funciona no cérebro humano.
Genética
Sabe-se que a probabilidade de um indivíduo vir a sofrer de esquizofrenia aumenta 12% se houver um caso desta doença na família, porém, sabe-se ainda que cerca de 81% dos doentes com esquizofrenia não têm qualquer familiar em primeiro grau atingido pela doença e cerca de 91% não têm sequer um familiar afetado.
Neurobiologia
A questão da esquizofrenia poder ter causa neurobiológica, e essa teoria se sustenta a partir da ação da maioria dos neurolépticos (antipsicóticos), que actua precisamente nos receptores da dopamina no cérebro, reduzindo a produção endógena deste neurotransmissor.
A maioria dos fármacos utilizados no tratamento da esquizofrenia (neurolépticos) atuam através do bloqueio dos receptores (D2) da dopamina.
Neurotransmissores
Essa teoria sugere que têm-se um excesso de dopamina na via mesolímbica e falta de dopamina na via mesocortical.
Psicanálise
A Psicanálise se apóia na teoria freudiana, da relação fria e desinteressada entre mãe e bebê.A ausência de relações interpessoais satisfatórias estaria assim na origem da esquizofrenia.
Não se trata da ação possessiva e dominadora entre mães e filhos, como era sugerido na década de 1950, causadora principal das neuroses, ou comportamentos neuróticos, e não psicóticos como no caso da esquizofrenia.
Diagnóstico
Como até o presente momento não existem marcadores biológicos próprios dessa doença nem exames complementares específicos, embora existam evidências de alterações da anatomia cerebral demonstráveis em exames de neuro-imagem e de metabolismo cerebral sofisticados como a tomografia computadorizada, a ressonância magnética, entre outros, o médico avalia a vida do paciente através de uma entrevista com a sua família.
O médico também deverá tentar identificar qual é o subtipo clínico que o paciente apresenta.
Essa diferenciação se baseia nos sintomas que predominam em cada pessoa e na evolução da doença que é variada conforme o subtipo específico.
Por exemplo :
Alguns pacientes desenvolvem o predomínio de delírios e alucinações, sintoma chamado de paranóide.
Em outros pacientes o predomínio é de alterações da afetividade e desorganização do pensamento.
Existem ainda os subtipos simples que implicam na diminuição da vontade e afetividade, empobrecimento do pensamento, isolamento social, ou ainda o residual que é o estágio crônico da doença com muita deterioração e pouca sintomatologia produtiva.
Tratamento
Os pacientes devidamente diagnosticados pelos médicos com esquizofrenia são medicados com antipsicóticos ou neuropléticos.
Estes medicametos atuam diminuindo os sintomas (alucinações e delírios), procurando reestabelecer o contato do paciente com a realidade; entretanto, não reestabelecem completamente o paciente.
As medicações antipsicóticas controlam as crises e ajudam a evitar uma evolução mais desfavorável da doença. Em geral, as drogas antipsicóticas apresentam efeitos colaterais que podem ser bem controlados.
Fonte: ABC da Saúde
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Filhos e mesada

A medida que os filhos vão amadurecendo e aprendendo a assumir responsabilidades, a mesada poderá ser incluída na educação da criança como forma de provocar a necessidade de pais e filhos negociarem.
A princípio o valor poderá ser negociado semanalmente, para que uma grande quantidade de dinheiro não se perca por má administração tão cedo, por isso é bom começar aos poucos.
Tenha em mente que a mesada será um instrumento para a educação financeira dos filhos, e aproveite para lhes ensinar a poupar, gastando com consciência, conseqüência da responsabilidade que será adquirida.
O que entra e o que não entra na mesada?
O valor e a proposta de gastos a serem cobertos, vai depender da idade e maturidade da criança, e o que estiver combinado entre elas e os pais.
Se ficar combinado que o lanche da escola estará incluso no valor da mesada, deverá ser importante que haja um “trocado”, para que seu filho possa poupar.
Desta forma, as crianças que gastam com figurinhas, cinema, acessórios, ou joguinhos de computador, deverão economizar durante a semana para ter o desejo satisfeito após alguns dias.
Quando dar um aumento?
Cedo ou tarde haverá uma cobrança por parte da criança em relação ao valor da mesada, encare como mais um passo do processo educacional financeiro.
Questione os por quês deste pedido, tente entender claramente o que seu filho propõe, a fim de ser convencido por ele a partir de uma argumentação lógica. Seu filho estará aprendendo uma habilidade que poucos adultos têm: negociar.
O aumento da mesada vai obrigar seu filho a reorganizar o orçamento.Pode ser que no primeiro mês ele passe da conta, ou então entenda que ao invés de gastar na cantina do colégio, seja mais vantajoso comprar o lanche no supermercado, além de mais saudável.Será um risco que teremos que correr...
Chamar os filhos a detalhar e justificar os itens da mesada, os ensinará a elaborar um orçamento.Mas lembre – se, isso não significa que os pais devam apoderar –se do plano de gastos, exigindo estreito cumprimento do que foi combinado.
Mudanças de planos são parte da vida e progressivamente é preciso deixar que os filhos assumam o controle por suas decisões, assumindo riscos calculados e redefinindo prioridades.
Como punir uma má conduta no uso da mesada?
Como pais e sempre preocupados que somos, muitas vezes acreditamos que deva existir uma punição para tudo, quando tratamos da educação de nossos filhos principalmente.
Mas enquanto adultos também cometemos erros, e somos punidos pelas conseqüências.Da mesma forma deve acontecer com nossos filhos quando se trata do dinheiro da mesada, ou seja, a punição, a conseqüência tratou de resolver.
Mantenha – se firme com o combinado, e acerte a mesada no dia marcado.
Se desejar dar uma gorjeta, ou tentar ajuda – los a reparar um erro, pague por serviços prestados.Ofereça a limpeza do banheiro por uma semana, ou a louça do almoço, levar o cachorro pra passear e serviços parecidos, os farão dar mais valor ao dinheiro.
Este texto foi redigido do original de Cássia D’Aquino, criadora e coordenadora do programa de Educação Financeira em várias escolas do país, e membro da Internacional Association for Children’s Social & Economics Education.
sábado, 11 de julho de 2009
Deficiência nutricional contribui para Transtorno Bipolar

Pesquisa sugere que as pessoas que sofrem de Transtorno Bipolar podem se beneficiar em até 25% na redução dos sintomas, quando tomam óleo de peixe cápsulas, (um tipo de ácido graxo Omega-3) de forma petróleo.
É importante ter cuidado com o tipo de óleo de peixe que você está usando - porque nem todos são eficazes.
Os pesquisadores da Universidade de Scheffield dizem que "O que as pessoas realmente necessitam para analisar é a quantidade de APE no óleo de peixe que estão a comprar. Os dados de estudos anteriores sugerem que DHA é de pouco uso no tratamento do transtorno bipolar APE, mas é a substância que produz os melhores resultados.
Sugeriu-se que cerca de 2 a 4 gramas / dia deve ajudar.
O custo é baixo, e o óleo de peixe não tem contra indicação.
Algumas pesquisas têm sugerido que o óleo de peixe possa ser "pró-oxidativo" e, portanto, pode ser aconselhável tomar algumas vitaminas antioxidantes (vitamina E, vitamina C, ácido lipoic Alpha, etc), ao mesmo tempo que o óleo de peixe).
Fonte: Pendulun.org
domingo, 21 de junho de 2009
Anorexia e Bulimia

Quem não gostaria de ter uma aparência de modelo de passarela?A maioria das mulheres perdem o sono acreditando que não serão aceitas por não corresponderem ao padrão dos estilistas, e recorrem às academias, e dietas para manter o corpo em forma.
E qual é o problema?
O problema está na obssessão.
Cada vez mais jovens e adultos fazem parte das estatíscticas.A faixa etária mais acometida está entre os 10 e 19 anos.
O fator psicológico tem forte influência no estado da doença, que pode se agravar com sentimentos de desprezo, e inferioridade.
É bom que a jovem recupere a auto estima e confiança, geralmente abalados em casos de relações amorosas desastrosas, ou relacionamentos que tendem a denegrir a sua imagem perante o que acreditávamos ser.
Pais, colegas e patrões podem influenciar a auto estima de quem tem a personalidade frágil e falta de apoio, em determinadas situações.
Sintomas da Bulimia
Preste atenção nos sintomas comuns da doença, e procure um médico que possa diagnosticar o problema.
Os doentes de bulimia desenvolvem os seguintes sintomas:
- Ausência da menstruação
- Necessidade de se alimentar em segredo
- Interesse exagerado por alimentos e desenvolvimento de estranhos rituais alimentares
- Obsessão por exercício físico
- Depressão
- Ingestão compulsiva e exagerada de alimentos, e
- Vômitos ou uso de drogas para indução de vômito, evacuação ou diurese.
Acompanhe dois casos de adolescentes com o problema:
Caso 1 -KDC, 15 anos, fem., branca, nat. e proc. de São Paulo.
HPMA: Passava bem até há 3 meses antes da consulta quando procurou uma academia para perder gordura localizada na barriga (sic). Na ocasião pesava 53 Kg e desejava perder 3 Kg.
Além dos exercícios iniciou dieta que constava de salada crua e duas bolachas cream-craker/dia. Segundo a mãe sempre foi uma menina dócil, obediente, caseira e excelente aluna, nunca "dando trabalho" diferente da irmã mais velha.
Atualmente nunca sai de casa a não ser para ir a escola. Parou de frequentar a academia e está fazendo exercícios em casa. Gosta de ler muito sobre dietas, sabe o valor calórico de grande número de alimentos e tem medo de engordar. Se comer mais do que a dieta que vem seguindo sente dor e queimação no estômago e náuseas. Hábito intestinal 1x/ semana, com fezes endurecidas, desde que iniciou a dieta. Tinha ciclos menstruais regulares desde os 13 anos e agora está em amenorréia há 2 meses, desde que atingiu 49 Kg.
Exame físico: Bom estado geral, lúcida, bom contato com o meio. Pele seca e descamativa em MMII, cabelos secos com áreas de alopécia. Sem edemas. FC- 55 bpm; PA- 90 x 60; T- 36º ; Est.- 171 cm; P- 39 Kg.
Exames laboratoriais: glicemia- 63 mg%; Hb- 12.5 Ht- 32% GB- 4300 plaq- 120.000; densitometria óssea- normal para a faixa etária.
Tratamento: foi iniciado acompanhamento com psicólogo, calcio (OsCal 500, 2 comp./dia), Zn (150 mg/dia sulfato de Zn), orexígeno (ciproheptadina 8 mg/dia), dieta equilibrada objetivando ganho de 200 a 300 g/dia e retorno semanal.
Evolução: Em 3 meses de acompanhamento houve ganho ponderal médio de 3 Kg / sem., melhora do estado de ânimo, voltou a sair de casa. Parou a queda de cabelo, não apresentou queixas gástricas, hábito intestinal a cada 2 dias, FC- 80 bpm, PA- 100 x 70, T- 36.5º . Ao atingir 49 Kg teve ciclo menstrual oligomenorreico. Nessa ocasião foi suspenso orexígeno Só ingere alimentos "light", só usa adoçante e come carnes magras. Não quer engordar mais e manter-se com 50 Kg. Continua em acompanhamento psicológico.
Caso 2 - ESM, 16 anos, Nat. e proc. de São Paulo
HPMA: Aumento de peso há 2 anos. Filha adotiva, sofreu abuso sexual por parte do irmão há 2 anos. Nessa ocasião abandonou o lar, indo trabalhar como doméstica. Desde então, incapacidade de controlar a ingestão alimentar, com ganho ponderal de 20 Kg. Tentou dieta mas comia compulsivamente alimentos muito calóricos, após os períodos de restrição alimentar. Como sentia-se culpada passou a provocar vômitos diariamente após comer, por 6 meses. Nesse período apresentava fraqueza generalizada, não tinha vontade de viver (sic), ciclos menstruais irregulares, dor retroesternal em queimação mas não perdia peso. Só procurou ajuda médica agora, com intuito de emagrecer de maneira saudável. Não aceita acompanhamento psicológico.
Exame físico: Bom estado geral, orientada, corada. FC- 88 bpm; PA- 110 X 70; T- 36.5º ; P- 62.5 Kg; Est- 153 cm. Não apresenta lesões em dorso da mão nem problemas dentários.
Exames laboratoriais: Hb - 14.1; Htc - 43% ; Glicemia - 91 mg%
Tratamento: iniciou dieta sem restrição porém de baixo valor calórico com horários definidos e intervalos mais curtos.
Evolução: Após 3 semanas volta com queixa de queimação retroesternal e epigastralgia após a alimentação, que só melhora com vômitos. Está deprimida, brigou com o namorado há 1 semana e pensou em morrer (sic), ocasião em que ingeriu 4 comprimidos de 6 mg de bromodiazepina e dormiu durante 48 horas seguidas. Não está seguindo a dieta e ganhou 1.5 Kg. Recusa-se a fazer acompanhamento psicológico.
Fonte:Distúrbios alimentares
Distúrbios alimentares na adolescência

Os distúrbios alimentares tornaram-se, nos últimos 15 anos, alvo de intensas pesquisas dado o grande aumento de sua incidência na população jovem, principalmente nos adolescentes. Estudos na década de 80, nos EUA, revelaram que a anorexia nervosa (AN) é a terceira doença crônica mais comum entre adolescentes do sexo feminino (10 a 20 mulheres para 1 homem), só perdendo para asma e obesidade. Quanto à bulimia nervosa (BN), afeta 1 a 5% desta população, sendo também mais frequente na mulher. (1-2)
A AN e a BN são complexas do ponto de vista etiológico, são crônicas, de difícil controle, é necessário o acompanhamento a longo prazo e as recaídas são frequentes. A faixa etária mais acometida está entre os 10 e 19 anos(2,3,4) . Pediatras e hebeatras devem estar alertas para os sinais dessas doenças. O diagnóstico e tratamento precoce podem fazer toda a diferença entre o fracasso e o sucesso terapêutico.
Sinais de alerta
Atualmente já se descreve o que poderia ser chamado de "comportamento de risco" para desenvolver um distúrbio alimentar. Em geral, os pacientes bulêmicos ou anoréticos, muito antes da doença estabelecida, já apresentavam alguma alteração do comportamento: hábito de fazer dieta mesmo quando o peso é proporcional a estatura, crítica constante a alguma parte do corpo, e insatisfação, mesmo ao perderem peso, com diminuição gradativa de suas atividades sociais.
É importante lembrar que todas essas modalidades de comportamento são de avaliação muito difícil quando se trata de adolescente, visto que nessa faixa etária, isolamento, problemas de relacionamento, preocupação com o corpo, distorção da auto-imagem, aumento do apetite, modismos alimentares, etc., são característicos e esperados, fazendo parte da chamada "Síndrome da adolescência normal".
Anorexia nervosa
Suas complicações envolvem diferentes orgãos e sistemas, que por sua vez respondem de forma característica ao grau de desnutrição alcançado.
No aparelho cardiovascular ocorre redução da massa cardíaca associada a diminuição da pressão arterial e frequencia cardíaca.
A bradicardia pode ser intensa e chegando a parada, sendo muitas vezes indicação de internação. O trato gastrointestinal apresenta retardo do esvaziamento gástrico e constipação intestinal. Pode haver alterações das enzimas hepáticas, degeneração gordurosa do figado e necrose hepática focal. Sua instalação no período pré-puberal é causa de baixa estatura e atraso da maturação sexual.
A associação entre disfunção hipotalâmica, redução da porcentagem de gordura corporal, caquexia e exercícios físicos excessivos pode ser causa tanto de amenorréia primária quanto secundária.
A osteopenia é secundária ao hipogonadismo hipotalâmico com baixo estrogênio, levando, nos casos mais graves, a fraturas patológicas e compressão vertebral.
Ainda, a alteração hipotalâmica pode afetar os centros termo-reguladores, de regulação da saciedade e a concentração urinária.
Há também hipoglicemia por deficiência de precursores para a gliconeogênese; hipoplasia de medula óssea com leucopenia e anemia.
As causas da anorexia na aparência
Alterações dermatológicas secundárias a desnutrição são semelhantes as observadas no marasmo: pele seca, cabelos quebradiços, alopécia e unhas descamativas.
Com exceção da baixa estatura quando o comprometimento é na fase pré-puberal, todas essas alterações são reversíveis com a realimentação adequada e recuperação da massa corpórea.
Bulimia nervosa
Suas principais complicações clínicas são decorrentes da forma como o paciente elimina o excesso de comida após o episódio de "comer-compulsivo".
Os vômitos repetidos podem determinar quadros de esofagite, gastrite, Síndrome de Mallory-Weiss, esôfago de Barret, hipertrofia de glândulas salivares e desgaste do esmalte dentário. Pneumotorax, pneumomediastino e fratura de costela podem ocorrer por vômitos vigorosos.
Catárticos e laxativos podem causar esteatorréia, pancreatite aguda, hiperamilasemia e elevação da aldosterona sérica. O sinal de Russel (lesão no dorso da mão pelo trauma repetido dos dentes incisivos na provocação dos vômitos) é patognomônico.
Raramente o paciente apresenta comprometimento importante do estado nutricional.
Tratamento
Não pretendemos nos estender nesse aspecto, mas sim oferecer uma visão geral das principais condutas terapêuticas.
Até o momento, tanto a AN como a BN não tem uma etiologia definida.
Causas multifatoriais como fatores pessoais, psíquicos, familiares e ambientais estão envolvidos em sua gênese.
Por esse motivo a terapêutica se baseia num trabalho de equipe multidisciplinar com médicos, psicólogos, psiquiatras e nutricionistas.
É consenso que a perda de peso superior a 40% é indicativa de internação para alimentação parenteral ou enteral para a reposição hidroeletrolítica e recuperação de 1 a 3 Kg.
Nos anoréticos, a sensação de saciedade precoce ou o desconforto pós-prandial indicam o uso de prócinéticos para facilitar o esvaziamento gástrico.
No seu acompanhamento ambulatorial, o uso da ciproheptadina (antagonista da serotonina e histaminérgico) tem mostrado efeitos positivos.
Ansiolíticos, com o intuito de diminuir a ansiedade que antecede a refeição nesses pacientes também estão indicados, com resultados as vezes conflitantes.
Obviamente é necessária a reposição de oligoelementos, vitaminas e sais minerais bem como a adequação da dieta.
O tratamento psicoterápico é indispensável para o sucesso terapêutico.
A associação da família nesse período é ainda discutido. Vários autores são favoráveis à adesão da família como fator determinante de sucesso. Outros determinam a total separação do paciente de seu meio familiar.
Já na bulimia nervosa, a forte associação com desordens afetivas, especialmente a depressão, o uso de antidepressivos tem mostrado sucesso e mais recentemente, o uso da fluoxetina, agonista específico da serotonina, tem despertado interesse, pois além do efeito antidepressivo produz redução do apetite como efeito colateral.
Conclusão:
Distúrbios alimentares continuam sendo um importante problema para o hebeatra. Esse especialista deve estar atento para o diagnóstico dessas condições, visto que a intervenção precoce determina melhora do prognóstico, sem contudo confundir o que pode ser o comportamento normal do adolescente ou mesmo de outras doenças (síndrome de má-absorção, tumores cerebrais, distúrbios hormonais, depressão, esquizofrenia, etc.) com os padrões aberrantes de alimentação e preocupação com a aparência encontrados nessas patologias.
A imagem perfeita e inatingível do belo representado pela magreza, cada vez mais veiculada pela mídia, bem como a profusão de publicações leigas sobre dietas para os mais variados fins, contribuem para o aumento da incidência desses distúrbios, especialmente nos países desenvolvidos e entre as classes sociais mais favorecidas.
Embora a anorexia e a bulimia nervosa sejam atualmente consideradas como de etiologia primariamente psiquiátrica, a frequencia e gravidade de suas complicações médicas requerem pronta participação do clínico.
A instituição cuidadosa de uma dieta balanceada, sem provocar aumentos bruscos de peso, que pode ser um fator de ansiedade no paciente anorético, requer a participação de nutricionista capacitada.
Nenhuma proposta terapêutica será efetiva sem o acompanhamento psicológico, seja psicanálise, terapia comportamental, terapia familiar ou a associação de dois ou mais métodos.
Fica clara, então, a necessidade de uma equipe multidisciplinar integrada para o atendimento e apoio a esses pacientes, cujo período longo de seguimento as vezes apresenta-se como um desafio e as vezes como verdadeiro pesadelo.
Fonte:Distúrbios alimentares na adolescência
Distúrbios alimentares

Os pacientes que sofrem de distúrbio alimentar podem experimentar uma crise vinculada basicamente a uma exacerbação dos sintomas físicos, perturbação psicológica, angustia interpessoal ou alguma combinação dessas áreas do funcionamento.
O paciente com distúrbios alimentares quase sempre experimenta tanta culpa no que diz respeito à alimentação que a própria decisão de inibir os sintomas na busca da recuperação desperta uma ansiedade marcante, com uma deterioração psicológica geral.
Durante essas crises emocionais, a pessoa pode estar sob alto risco de autodestruição, mas pode também experimentar uma maior motivação para procurar tratamento ou se comprometer com ele.
Uma crise pode ser precipitada pela deterioração de relacionamentos interpessoais significativos ( por exemplo, pais ou outros familiares, cônjuge ou parceiro, professor ou patrão). Esta deterioração pode envolver a descoberta ou o reconhecimento de que o paciente tem um distúrbio alimentar.
Tipos de distúrbios alimentares:
Anorexia é o comportamento de recusa da pessoa em se alimentar, por se considerar gorda, apesar de estar bem abaixo (cerca de 15%) do peso considerado adequado à sua idade e altura. Esta recusa está associada a um medo intenso de ganhar peso.
Apresentam um distúrbio da imagem corporal que faz com que se percebam como mais gordos do que realmente são. Esse distúrbio não diminui com a perda de peso, fazendo com que o anorético continue insatisfeito com sua aparência apesar do emagrecimento, fixando metas de peso em níveis cada vez mais baixos e podendo utilizar métodos de controle de peso cada vez mais extremos.
Bulimia se caracteriza por episódios recorrentes de comer grandes quantidades de comida em um curto período de tempo (orgias alimentares), seguidos pelo uso de estratégias inadequadas de evitar o aumento de peso como auto-indução do vômito, uso de laxantes e diuréticos e prática de exercícios vigorosos (comportamentos compensatórios).
O ataque é tipicamente desencadeado por estados de humor disfóricos, estados ansiosos e fome intensa. Ele pode proporcionar distração de pensamentos desagradáveis; pode reduzir sentimentos de tédio, solidão e tristeza (sendo uma forma de se dar prazer, mesmo que de curta duração) ou pode proporcionar alívio do rigor e monotonia da dieta rígida.
Distúrbio do Comer Compulsivo se assemelha à Bulimia no que se refere à presença das orgias alimentares, mas se diferencia da mesma por não apresentar os comportamentos compensatórios.
Apesar do grande desconforto gerado por estes ataques, não há uso regular de vômito ou abuso de exercícios, laxantes e diuréticos.
Durante os ataques, também privilegiam alimentos evitados quando em dieta, experimentam diminuição do controle sobre o comportamento alimentares mesmo sem fome, só param de comer quando se sentem desconfortavelmente "empanturrados".
Embora eventualmente façam dieta, em sua maioria apresentam obesidade de moderada à grave.
Esses distúrbios apresentam aspectos comuns em diversos níveis de análise do comportamento da pessoa. E eles são os seguintes:
Comportamento Alimentar: o comportamento de comer não atende a uma necessidade fisiológica de se alimentar, mas ocorre em virtude de uma sensação desagradável associada à Ansiedade ou a Depressão, geralmente ele é descrito como um vazio e confundido com a sensação de fome.
Pensamento: apresenta dificuldade em reconhecer sinais de fome e saciedade, pensamentos constantes sobre comida e aparência física são constantes e geram desprazer ou insatisfação com a auto-imagem.
Relações Sociais: apresenta sentimento de rejeição, imagina que está constantemente sendo observado pelas pessoas.
Em virtude da grande dificuldade de comunicar sentimentos e pensamentos, não consegue lidar com situações sociais de uma forma satisfatoria.
Não sabe administrar críticas, frustrações e desapontamentos e foge dos confrontos e auto- exposição. Isso leva a pessoa a evitar convívio social, ou evitar lugares publicos com muito movimento de pessoas, o que acaba tornando sua vida solitária.
Para completar, as pessoas com distúrbios alimentares apresentam histórias familiares onde são comuns os seguintes aspectos: superproteção, rigidez de valores, grande ênfase em modelos estéticos que enfatizam a magreza como único modelo aceitável de beleza.
Fonte:Distúrbios alimentaressegunda-feira, 8 de junho de 2009
Transtorno Bipolar
O trasntorno bipolar pode ser notado através de pessoas que demonstrem alterações de humor com picos de euforia e depressão.
Existem dois tipos de transtorno bipolar, classificados pelos médicos:
Tipo I: Se caracteriza pela presença de episódios de depressão e de mania, ocorre em cerca de 1% da população geral. Considerando-se os quadros mais brandos do que hoje se denomina “espectro bipolar”.
Tipo II: É caracterizado pela alternância de depressão e episódios mais leves de euforia - hipomania.
Em 50% dos casos, pelo menos um familiar apresenta a doença, e o risco aumenta para filhos de pais doentes.
O TB acarreta incapacitação e grave sofrimento para os portadores e suas famílias.
Dados da Organização Mundial de Saúde, ainda na década de 1990, evidenciaram que o TB foi a sexta maior causa de incapacitação no mundo.
Estimativas indicam que um portador que desenvolve os sintomas da doença aos 20 anos de idade, por exemplo, pode perder 9 anos de vida e 14 anos de produtividade profissional, se não tratado adequadamente.
A causa de morte mais comum entre os doentes é o suicídio.
Estima-se que até 50% dos portadores tentem o suicídio ao menos uma vez em suas vidas e 15% efetivamente o cometem, sendo que a maioria de óbitos é entre jovens.
A ansiedade e a falta de controle, eleva o caso de diabéticos, obesos, e drogados ou viciados em álcool, quando nos referimos a doentes desse transtorno.
O início dos sintomas na infância e na adolescência é cada vez mais descrito e, em função de peculiaridades na apresentação clínica, o diagnóstico é difícil.
Transtorno Bipolar infantil
É muito raro em crianças muito pequenas, mas a partir de três anos e meio de idade o transtorno já pode ser eventualmente diagnosticado,
A psicóloga Jonia Lacerda Felício, doutora em psicologia clínica, professora da Faculdade São Camilo e psicóloga chefe do departamento na psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, conta que, entre crianças e adolescentes bipolares, o período de euforia traz uma “agitação maníaca marcada por comportamentos bizarros, que incluem atitudes provocativas, desafiadoras e mesmo arrogantes”.
Na outra ponta, a fase da depressão se caracteriza por um “desalento gravíssimo, com comportamentos autodestrutivos explícitos que podem chegar até a tentativas de suicídio”.
Crianças com trantorno bipolar, choram sem motivo aparente e em momentos adversos.
São crianças de difícil convivência, hora agressivas, ou muito tristes, hora muito eufóricas ... e apresentam baixo desenvolvimento escolar.
Não raramente as crianças recebem outros diagnósticos, o que retarda a instalação de um tratamento adequado. Isso tem conseqüências devastadoras, pois o comportamento suicida pode ocorrer em 25% dos adolescentes portadores de TB.
Tratamento
O tratamento adequado do TB reduz a incapacitação e a mortalidade dos portadores.
Em linhas gerais, inclui necessariamente a prescrição de um ou mais estabilizadores do humor em associação (carbonato de lítio, ácido valpróico/valproato de sódio/divalproato de sódio, lamotrigina, carbamazepina, oxcarbazepina).
A associação de antidepressivos (de diferentes classes) e de antipsicóticos (em especial os de segunda geração como risperidona, olanzapina, quetiapina, ziprasidona, aripiprazol) pode ser necessária para o controle de episódios de depressão e de mania.
Amor
Auxílio pedagógico e psicológico em conjunto com os pais, facilitam o controle da doença, amenizando suas rações durante a vida adulta.
O primeiro passo é se interesar em saber tudo sobre...e resolver.
Fonte:ABTB - Associação Brasileira de Transtorno Bipolar
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Crianças adolescentes e autonomia

A autonomia na vida da criança será fundamental desde muito cedo.
É preciso que saibamos direciona - las a maturidade, sem traumas ou repreendas, para que esta criança seja um adolescente independente e responsável.
O que parece ser muito difícil, na verdade é mau encaminhado pelos pais e educadores.
Por que?Ora ... as vezes é mais fácil fazermos suas escolhas, ao invés de nos darmos o árduo trabalho de lhes oferecer opções, e explicar a razão de escolhermos bem o caminho A ao invés do B.
E existem vários motivos para não nos darmos a esse trabalho:
. stress
. falta de tempo
. visita a parentes, ou, de parentes
. academia
. cabelereiro
. cansaço ... e etc...etc...e etc...
Mas é importante termos a consciência de que muitos problemas poderão surgir, caso sejamos negligentes com a educação da autonomia de nossas crianças.
Uma criança que não sabe escolher entre A e B, certamente será um "vai com as outras".Seus amigos, parentes e pessoas de seu convívio social, terão forte influência em suas decisões, que poderão não ser tão acertadas.
Experimentar drogas, bebidas, cigarro, assistir a filmes não indicados para sua idade, e passar a ter atitudes violentas, são algumas entre tantas outras conseqüências graves da falta de autonomia.
Como ensinar autonomia a nossos filhos?
A criança aprende brincando, o que torna a educação ainda mais fácil para os pais.
Desde muito cedo, permita que seus filhos façam escolhas do tipo: você quer brincar de bola ou bicicleta?Se a criança exitar e se mostrar confusa, aproveite para explicar os prós e contra de cada brincadeira, ex:
- Se você escolher brincar de bola, podemos pega - la agora mesmo e jogar um pouco antes e depois do almoço, mas se escolher andar de bicicleta, teremos que almoçar primeiro e esperar um pouco antes de nos prepararmos para dar um passeio na praça.
Outro exemplo:
- Você prefere tomar seu banho enquanto seus primos não chegam ou enquanto eles estiverem em casa?Se esperar que cheguem irá perder o tempo que poderia estar brincando, lavando seus cabelos, restando pouco tempo para estarem juntos.
A partir dessa pequena atenção, a própria criança desenvolverá o raciocínio adequado para tomar decisões.
Logo ... arrumar o quarto, ser obediente, e não mentir, poderão ser escolhas corretas, por saber que não serão "punidos", advertidos, ou terão suas atividades preferidas suspensas.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
É certo controlar as crianças através do medo?

Cuidado com o bicho Papão!!!
São poucos os adultos que não tiveram medo dessa figurinha assustadora que mora dentro do guarda – roupas ou embaixo da cama das crianças.
Os Psicólogos estão tentando extinguir essa criatura, assim como o Homem do saco, a Cuca , e a Injeção, sim, ainda se vê pais ameaçando as crianças a tomar injeção caso não sejam obedientes.
É preciso por fim a essa cultura de controlar as crianças através do medo por figuras ou acontecimentos irreais, a vida já é bem difícil, e por si só assustadora, basta ligar a TV para se ter a comprovação.
O relacionamento entre pais e filhos deve ser o mais transparente possível, os filhos precisam ter plena confiança naqueles que os criam, e os educam.
Se colocarmos a mão no fogo nos queimamos, se nos jogarmos de um prédio alto fraturamos pernas, braços, ou morremos, se sairmos da companhia dos familiares num parque ou super mercado, nos perdemos, talvez para sempre!Assustador não?
Pois bem, ensinemos a nossas crianças a conseqüência real da desobediência, sem criarmos expectativas de uma punição que nos tira a própria responsabilidade, já que o Bicho Papão não é o papai e a mamãe, os únicos personagens responsáveis pela educação da criança.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Por que as crianças mentem?

Essa é uma pergunta com resposta “óbvia”, e um tanto quanto constrangedora para a maioria dos pais.
As crianças mentem por que é o que os pais as ensinam!
Ou por que em momentos infelizes, precisam viver constantemente na fantasia.
Tomou um susto?Pois bem, eu explico:
A culpa dos pais que têm filhos mentirosos
As vezes criamos situações que forçam nossos filhos a mentir, sem que tenhamos plena consciência disso.
Uma situação comum criada por nós mesmos é a deste exemplo:” Meus filhos se amam e se entendem bem, não é mesmo meu filho?”
Muitas vezes a criança acaba concordando com esse tipo de pergunta afirmativa, mesmo que a realidade não seja bem essa, afinal crianças se desentendem o tempo todo, e esse tipo de pergunta, que só aceita uma única resposta, induz a criança a mentir.
As crianças também mentem quando sentem medo, e a culpa é novamente dos pais.
Devido a situações em que os pais se frustram com os erros dos filhos, o medo de causar uma nova frustração os força a mentir, principalmente quando desconfiam que serão punidos.
Outra situação causadora da mentira, acontece quando em companhia dos filhos, os pais mentem para manter a própria imagem íntegra, com afirmações do tipo, “... eu nunca falei mal da minha sogra”, sendo esta uma mentira (neste caso), acontece que a criança assimila a falsa colocação dos pais, e podem repeti – la, ou pior ainda, desmentir os pais ao perceber que a frase não condiz com o ato, e receber uma punição por dizer a verdade.
Papai Noel e coelhinho da Páscoa, de mãos dadas com o Anjo do dente, serão demosntrações eternas da imagem de quão mentirosos os pais podem ser, com direito a traumas profundos de descrença, até mesmo espiritual.
Crianças que mentem para fugir da realidade em que vivem
A vida não é fácil para muitas crianças, não importa a classe social.
O divórcio, brigas constantes entre os pais, espancamento, abuso sexual, perda de um parente próximo, má adaptação no colégio, ou qualquer outro tipo de trauma, podem causar trantornos que poderão se tornar obssessivos, e graves.
Alguns exemplos desses trantornos são: Stress Infantil, Anorexia Infantil, Obesidade, Depressão, e Enurese (xixi na cama), e mentira constante.
Você poderá perceber a mentira que não é ocasionada por medo de uma repreensão ou receio de decepcionar os pais, quando a estória contada levar a criança para um outro lugar na sua própria fantasia, ou ainda quando estiver relacionada à amigos imaginários.
Como educar sem causar medo
A responsabilidade dos pais é imensa e pesa muito na criação dos filhos, a nossa postura será o espelho do caráter dessas criaturinhas enquanto crescem, uma dica é sempre prezar pela conversa, e pela repreensão educativa.
A repreensão que educa, deve colocar a criança na mesma situação em que ela te colocou, seja num exemplo, ou na prática.
O ideal é faze –la perceber o erro, e depois de compreendido , pedir garantias de que não errará novamente.Uma repreensão mais dura, como um dia sem video game, ou um fim de semana sem passeio, só deverá ser aplicada em caso de novo erro.
No mais, o diálogo é extremamente importante, sem tabus ameaças ou repremendas!
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Não quero que meu filho seja gay

Izabela Fontana e Claudia Leite deram esta declaração na mídia, "Não quero que meu filho seja gay", um pensamento que ronda a cabeça de muitos pais, no mundo todo.Isto por quê, provavelmente todos temos o receio de que nossos filhos sejam feinhos, tenham problemas de saúde ou, sejam gays, mesmo antes da criança nascer e, quando nos deparamos com uma situação dessas, sofremos.
Para amenizar esse sofrimento, primeiro é importante entender que, nossos filhos têm personalidade própria, e o direito de exercê – la, e que o ser humano só é feinho, quando não está feliz.
Evitar planejar o futuro da criança também é um bom conselho a ser seguido, assim, nos esquivamos da frustração e do desgaste emocional de um relacionamento que deverá ser de muito amor, respeito e compreensão.
Quando os meninos brincam de bonecas...
É comum os meninos brincarem de carrinho e as meninas de boneca, os próprios pais incentivam este tipo de comportamento mas, quando um menino se interessa por uma boneca, ou um ursinho de pelúcia, a brincadeira para os pais, perde a graça.
Então, vamos esclarecer de uma vez este assunto, que não deve ser nenhum bicho de sete cabeças!
Pra começar, meninos e meninas enquanto crianças, são apenas crianças!Nesta fase, ainda não desenvolveram o senso de desigualdade entre os sexos e, a curiosidade em conhecer o mundo em que vivem é uma necessidade que só tem a enriquecer a personalidade e a criatividade desses pequeninos.
Portanto, meninos que brincam com bonecas não serão necessariamente gays, assim como, meninas que praticam futebol, idem!
Este tipo de pensamento só é compartilhado por pessoas que não compreendem o homossexualismo de fato e, muitas vezes preferem não compreender, educando seus filhos de maneira repressora e frustrante, mesmo do ponto de vista infantil.
O que é o homossexualismo?
O homossexualismo, não se trata de doença ou opção sexual e, apesar de existir algumas versões que tentam explicar a atração pelo mesmo sexo, não há nenhum estudo conclusivo sobre o assunto, porém, podemos observar alguns pontos de vista interessantes:
- A psicanálise admite a possibilidade de que o homossexual se inspire na figura materna, a fim de, se identificar com a maneira pela qual sua mãe lhe proporcionou afeto e amor.
- Carl Jung, diz que possuímos duas energias sexuais: anima( energia feminina no homem), e ânimus( energia masculina na mulher), sendo que, o homossexualismo seria a sobrecarga de uma destas energias na pessoa.
- O espiritismo, relaciona as vidas passadas de uma pessoa como explicação sobre a influência homossexual sobre esta vida atual, através do espírito reencarnado, porém, estudos científicos não são conclusivos sobre qualquer dessas hipóteses, inclusive sobre a influência do fator genético sobre a homossexualidade.
As mais recentes descobertas da biologia molecular e engenharia genética apontam para a questão dos hormônios.
Existe uma síndrome que é responsável por casos de hermafroditismo e, na sua forma completa faz com que fetos( XY) nasçam mulheres.
Todos sabemos que fetos (XY) são homens certo?O que poucos sabem é que, existem mulheres (XY)!
A Síndrome da insensibilidade androgênica na forma completa, faz com que o feto, apesar de ter o cromossoma Y e portanto o gene (RSY) que transforma o feto em macho, não reaja à testosterona.
Os fetos xy com esta síndrome são imunes à testosterona e por esta razão eles voltam à forma padrão que é feminina, e nascem mulheres.
Portanto a homossexualidade, não pode ser vista como doença mental, ou opção sexual pois, a sua característica pode ter traços fisiológicos.
Também não devemos caracterizar o homossexual como promíscuo!
Ou seja , assim como qualquer pessoa, o homossexual pode passar a vida inteira sozinho, ou em relações estáveis, por que a atração que o homossexual sente pelo mesmo sexo, não implica somente na relação sexual.
Lembre - se que, antes do seu filho ser homossexual, ele será um ser humano, e que o desejo carnal das espécies provém da natureza da qual fazemos parte.
domingo, 21 de setembro de 2008
Dar risada faz bem a saúde
Na Grécia antiga, os médicos recomendavam aos pacientes uma boa comédia contra doenças graves.Nos dias de hoje, a medicina vem atestando cada vez mais, os efeitos terapêuticos do bom humor, tanto na área psicológica quanto na área física.
Uma vez que a depressão se instala, o doente sente sensação de desconforto no batimento cardíaco, constipação, dores de cabeça, dificuldades digestivas, e muitas vezes, baixa na imunidade física.
Já por outro lado, dar risada, faz bem aos pulmões, estimula o sistema imunológico, e os músculos da barriga.
Durante uma boa gargalhada, a absorção de oxigênio aumenta, e o ato de inspirar e expirar o ar profundamente, fará que o pulmão fique mais limpo, por conta da maior ventilação.
O sistema imunológico também fica mais ativo, por conta da maior atividade das células de defesa do organismo, causando então, a multiplicação dos linfócitos, que produzem anticorpos, e detectam bactérias e, até são capazes de destruir células cancerígenas.
Os músculos abdominais, são bastante trabalhados no corpo , durante uma boa gargalhada.
Os movimentos seguidos, funcionam como uma espécie de massagem para o sistema gastrintestinal, melhorando a digestão.
Além de tudo , uma boa risada, acalma, libera o estresse e o nervosismo diário, atrai pessoas, melhora o ambiente familiar ...
Comece o seu dia sorrindo.
A vida fica mais leve quando se é feliz!
Leia mais:
Depressão pós parto
Sete defeitos do homem que originam as doenças
Tudo sobre neurose
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Histeria, sintomas e tratamento da doença

Os estudos sobre a histeria, foram desenvolvidos pelo médico Austíaco Sigmund Freud, por quem se estabeleceu a teoria da Psicanálise.Estes estudos nos diz que, a histeria é uma variedade anormal de conduta, englobada no grupo das neuroses, que se caracteriza por não apresentar lesão orgânica , mas sim psíquica.Geralmente associada a mulher, o nome histeria deriva do grego hystéria, embora a histeria atinja mais mulheres, os homens também podem desenvolver este estado psíquico.
Esse quadro costuma manifestar-se na adolescência, posteriormente o doente pode passar temporadas de calma absoluta, interrompidas por surtos histéricos.O histérico, adota uma conduta escandalosa com gestos e atitudes espetaculares, ou finge doenças inexistentes, com a finalidade de escapar de uma situação que ele vê como insuperável , ou apenas para satisfazer uma necessidade inconsciente, e sabe que seu sofrimento é aparente.
Dos distúrbios psíquicos que provocam a histeria , a que mais se destaca, é a amnésia.O histérico vive sem consciência disso , uma vida dupla, em casos graves em momentos de ataques histéricos, se vê como outra pessoa e se esquece da outra , adotando até mesmo um nome diferente no momento da histeria.Tremores , tiques e espasmos são perturbações orgânicas que podem acontecer ocasionalmente no doente histérico.Esses espasmos musculares repentinos podem chegar a afetar a musculatura respiratória, e dificultar a respiração e a fala.
Sendo a pessoa histérica esses sintomas serão expressados da maneira mais teatral possível.
Entre os sintomas mais freqüentes , na fase mais avançada da doença, o paciente pode figurar um estado de paralisias, cegueira,surdez, e excessiva secreção salivar.
Em certas ocasiões, as paralisias de origem histérica distribuem - se pelo corpo de maneira tão estranha que não podem ser explicadas pela presença de uma lesão orgânica.
Muitas vezes os sintomas podem ser confundidos com sintomas de eplepsia, porém o histérico, sempre procura cair de maneira confortável de modo que não se machuque, e enquanto o epilético sente sonolência após o ataque, o histérico cai no pranto, de preferência em volto por uma platéia.
Portanto podemos dizer que , um histérico é uma ator teatral?
A resposta é, não!O histérico, é um doente mental que inconscientemente quer ficar doente , e consegue!
Os sintomas de histerismo foram diagnosticados na maioria das vezes em mulheres solteiras, e empregadas, que se consideram menosprezadas no ambiente familiar, e precisam chamar a atenção, ou neuróticos dos dois sexos que tentam resolver um caso amoroso antigo, uma atitude sexual reprimida, sentimento de culpa antigo e etc...
Mas qualquer pessoa normal poderá desenvolver o quadro de histeria, se submetido a intensas pressões, e conflitos exteriores.
Tradicionalmente o tratamento da histeria baseia -se na Psicanálise, através da exploração da personalidade do paciente, com o fim de analisar mecanismos mentais de defesa que dão lugar à transformação de certos conflitos pessoais em manifestações histéricas.
Porém, na atualidade também aplicam -se tratamentos revolucionários, como hidroterapia, e medicamentos anti depressivos.
Fonte; Sobre Vida/Livro acadêmico de medicina Vol.III
Leia mais:
Depressão infantil
Pessoas baixas e obesas tem mais tendência a depressão
Tudo sobre neurose
Sete defeitos do homem que originam as doenças
sábado, 14 de junho de 2008
Tudo sobre neurose

segunda-feira, 9 de junho de 2008
Pessoas baixas e obesas têm mais tendência a depressão
Os sinais da depressão atingem 80% dos jovens com excesso de peso, a porcentaem é de 21,7% para os que estão com o peso normal (dados da Universidade Federal de São Paulo , Unifesp).
No entanto, ainda não se sabe o que ocorre primeiro, a depressão ou a obesidade, na maioria dos casos, apenas que uma pessoa depressiva, não tem ânimo , nem força para qualquer atividade.
Traumas também são possíveis causas, como a perda de um familiar, ou um acidente drástico.
A depressão evolui de maneira lenta ou brusca.Muitas vezes a própria pessoa e familiares, não se dão conta da doença.
Algumas atitudes auxiliam no diagnóstico:
- Olhar perdido.
- Choro freqüente.
- Constante queixa de cansaço.
- Busca por motivos de tristeza em qualquer frase, ou ação alheia...
Com a evolução da doença, a pessoa se torna:
- Ansiosa.
-Aumenta a sua desvalorização , e
- ...não vê mais nada além de desolação e ruína.
Em uma fase ainda mais avançada da doença, a pessoa apresenta um estado de suposta melhoria, e se mostra livre da tristeza, é quando o doente, precisa de maior vigilância, pois nesta fase a probabilidade de um ato de suicídio é eminente.
A mortalidade por suicídio durante a depressão, é seis vezes maior, à de todas as outras mortalidades por doença.
Sintomas orgânicos também devem ser observados , como, fadiga, prisão de ventre, perda do apetite e perda de peso, dores de cabeça freqüentes,insônia,falta de apetite sexual, ausência de menstruação, ou menstruação dolorosa.
Sem tratamento médico, a depressão oscila entre meses de melhoria , com prováveis recaídas.
Fonte :Sobre Vida volume III / livro acadêmico de medicina
Leia mais:
Depressão pós parto
Tudo sobre neurose
Florais de Bach para tratar a Depressão
